<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-8218580848570357728</id><updated>2012-02-16T00:08:45.147-08:00</updated><title type='text'>AQUARIUS</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://bonavox.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8218580848570357728/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bonavox.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>joao</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12233338258498876159</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>4</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8218580848570357728.post-3441764782182025046</id><published>2011-05-31T18:49:00.001-07:00</published><updated>2011-05-31T18:49:43.478-07:00</updated><title type='text'>A PALAVRA DE EVANILDO BECHARA (EM 2005)</title><content type='html'>&lt;h1 style="margin: 12pt 0cm 3pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 11pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 16.0pt;"&gt;Educação lingüística às avessas &lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;shapetype coordsize="21600,21600" filled="f" id="_x0000_t75" o:preferrelative="t" o:spt="75" path="m@4@5l@4@11@9@11@9@5xe" stroked="f"&gt;&lt;stroke joinstyle="miter"&gt;&lt;/stroke&gt;&lt;formulas&gt;&lt;f eqn="if lineDrawn pixelLineWidth 0"&gt;&lt;/f&gt;&lt;f eqn="sum @0 1 0"&gt;&lt;/f&gt;&lt;f eqn="sum 0 0 @1"&gt;&lt;/f&gt;&lt;f eqn="prod @2 1 2"&gt;&lt;/f&gt;&lt;f eqn="prod @3 21600 pixelWidth"&gt;&lt;/f&gt;&lt;f eqn="prod @3 21600 pixelHeight"&gt;&lt;/f&gt;&lt;f eqn="sum @0 0 1"&gt;&lt;/f&gt;&lt;f eqn="prod @6 1 2"&gt;&lt;/f&gt;&lt;f eqn="prod @7 21600 pixelWidth"&gt;&lt;/f&gt;&lt;f eqn="sum @8 21600 0"&gt;&lt;/f&gt;&lt;f eqn="prod @7 21600 pixelHeight"&gt;&lt;/f&gt;&lt;f eqn="sum @10 21600 0"&gt;&lt;/f&gt;&lt;/formulas&gt;&lt;path gradientshapeok="t" o:connecttype="rect" o:extrusionok="f"&gt;&lt;/path&gt;&lt;lock aspectratio="t" v:ext="edit"&gt;&lt;/lock&gt;&lt;/shapetype&gt;&lt;shape alt="" id="_x0000_s1026" o:allowoverlap="f" style="height: 6pt; left: 0px; margin-left: -70.9pt; margin-top: -117.6pt; mso-position-vertical-relative: line; mso-wrap-distance-left: 0; mso-wrap-distance-right: 0; position: absolute; text-align: left; width: 6pt; z-index: 251667456;" type="#_x0000_t75"&gt;&lt;imagedata o:title="quadrocinza" src="file:///C:\DOCUME~1\JOO~1\CONFIG~1\Temp\msohtmlclip1\01\clip_image001.jpg"&gt;&lt;/imagedata&gt;&lt;wrap type="square"&gt;&lt;/wrap&gt;&lt;/shape&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;Evanildo Bechara - Gramático e membro da Academia Brasileira de Letras&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;Não sei se o prezado leitor acompanhou recente noticiário televisivo pelo qual se anunciava que autoridades de ensino de determinada região dos Estados Unidos, tendo chegado à conclusão de que a deficiência escolar patente nos alunos negros se devia à sua insuficiência de conhecimento do inglês standard - tanto na gramática quanto no léxico -, resolveram ensinar e admitir nas escolas a modalidade de inglês que acredito seja o que lá se conhece, entre especialistas, por&lt;i&gt; black english&lt;/i&gt; vernacular. Digo acredito, porque essas notícias culturais passam diante do telespectador como gato por brasas; dá-se preferência a assuntos gerais da política, dos esportes e da vida em sociedade, principalmente fofocas e escândalos do &lt;i&gt;grand monde&lt;/i&gt;. Mas o noticiário registrou também o repúdio das pessoas entrevistadas sobre o que pensavam da medida; e a reação maior, com muita justiça, partiu dos pretos, alegando que eram pessoas normais, que queriam aprender o inglês padrão e que tinham os dotes intelectuais e culturais para consegui-lo, do que, aliás, dão prova vários segmentos da sociedade norte-americana, em todos os ramos das artes, das ciências e dos esportes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;Está claro que compreendemos todos o alcance da intenção da medida, à primeira vista extremamente correta. Mas a verdade é que, longe de ser uma medida democrática por intentar evitar os prejuízos da deficiência escolar, nivelando por baixo e permitindo que os alunos nessas circunstâncias desfavoráveis não deixem de concluir seus estudos e, diploma na mão, possam ingressar no mercado de trabalho, está causando mais mal do que bem. Pura ilusão e medida altamente antidemocrática! Facilitando o caminho e retirando da estrada os naturais obstáculos que a maioria dos alunos, pretos e brancos, enfrenta na lide dos bancos escolares, cria uma tênue expectativa de poder competir na luta por um posto no mercado da vida. Luta quase sempre inglória, porque o cabedal de preparo com que o aluno saiu da escola não lhe é suficiente e eficaz para corresponder às exigências que a competição exige dele. E é nesse momento que o aluno se conscientiza de que a escola lhe deu muito pouco, porque muito pouco lhe exigiu a ele aluno, e ele a ela escola.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;A ponta do iceberg da crise fica sempre à vista na deficiência da língua materna; mas a verdade é que, atrás do idioma, aparece a deficiência em quase todos os horizontes do currículo escolar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;As razões desse triste quadro são muitas e complexas; porém para ela concorreu muito a inexistência, por muito tempo, do que hoje se costuma chamar ''vontade política'' da educação, permitindo o esvaziamento dos quadros de magistério com a ausência de jovens inteligentes e preparados, capazes de garantir o antigo grau de excelência da escola secundária. Há exceções sim, mas só vêm confirmar a regra. Sem os incentivos de uma carreira de magistério decente e compatível com a função e a importância do professor na sociedade, com os irrisórios salários que envergonham qualquer estatística, a educação entre nós perdeu, por enquanto, o trem da história. E não se pode tentar recuperar o imenso tempo perdido com somente medidas ou discutíveis (como a promoção automática, a recuperação em dois meses do que não se aprendeu durante o ano letivo, etc), ou de eficácia a meio caminho (como a farta distribuição de livros onde faltam bastantes professores, preparados e estimulados ao bom combate).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;Se se quer melhorar a cultura do país não se há de pensar como político, mas como estadista, sem esperar que a medida surta efeito em próxima eleição; porque educação é dessas coisas que uma geração planta hoje para só os netos colherem os frutos sazonados. E não é trabalho só dos governos nem só da escola; é trabalho em que se deve empenhar toda a sociedade, com todas as suas agências de cultura, se não quiser ser engolida ela própria pela barbárie.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;Em matéria de língua portuguesa, não se recomenda ainda o &lt;i&gt;black portuguese&lt;/i&gt; vernacular, mas algo muito parecido pela ineficácia cultural: a língua viva do povo. Além da ineficácia cultural, ela não precisa ser ensinada: o aluno já é falante competente nela. O que a escola tem por missão é, não desprezando esse patrimônio lingüístico importante para o trato diário da convivência entre os iguais, acrescentar-lhe o patrimônio da língua de cultura, o veículo exclusivo de intercâmbio em situações especiais de expressão do discurso literário, científico, artístico, religioso, comercial, administrativo, burocrático, isto é, nas situações em que a pessoa ultrapassa os limites dos iguais para atingir os limites do mundo. Educar é justamente guiar para fora dos angustos limites da pessoa humana.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;Os antigos tinham desta língua de cultura - que não é toda a realidade de uma língua - perfeita noção e de onde ela poderia ser aprendida. O nosso primeiro gramático, Fernão de Oliveira, já em 1536, dizia: ''e para ser entendida (a língua) há de ser a mais acostumada antre os milhores dela; e os milhores da língua são os que mais leram e viram e viveram continoando mais entre primores, sisudos e assentados e não amigos de muita mudança'' (cap. 38).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;Hoje o que se pratica? Sob a alegação, correta em tese, mas falsa quando mal entendida, de que ''o professor deve chegar ao aluno'', fala-se exclusivamente e se permite escrever também exclusivamente na língua espontânea do povo. Ensina-se esta modalidade popular, que o aluno já sabe, e se deixa de ensinar aquilo de que ele vai amanhã precisar. Com a idéia de chegar até o aluno, essa prática pedagógica não estimula que o aluno percorra o caminho inverso: chegar ao professor, e não só o professor a ele.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;Alega-se que tal procedimento normativo cerceia a ''liberdade'' do aluno, impondo-se-lhe ''a língua da classe dominante''. Esta alegação, ideológica e não idiomática, desconhece ou, o que é pior porque consciente, finge desconhecer que não se trata nem de imposição, nem de classe dominante. É uma contingência da própria historicidade do homem, da sua convivência com os outros, e o modelo a seguir, não é a língua da Corte - como dizia Fernão de Oliveira no seu tempo - mas a língua dos que falam melhor. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;(Jornal do Brasil – Caderno B – 16 de fevereiro de 2005)&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 9pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8218580848570357728-3441764782182025046?l=bonavox.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bonavox.blogspot.com/feeds/3441764782182025046/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://bonavox.blogspot.com/2011/05/palavra-de-evanildo-bechara-em-2005.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8218580848570357728/posts/default/3441764782182025046'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8218580848570357728/posts/default/3441764782182025046'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bonavox.blogspot.com/2011/05/palavra-de-evanildo-bechara-em-2005.html' title='A PALAVRA DE EVANILDO BECHARA (EM 2005)'/><author><name>joao</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12233338258498876159</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8218580848570357728.post-4455935041811726795</id><published>2011-05-31T18:42:00.001-07:00</published><updated>2011-05-31T18:42:31.507-07:00</updated><title type='text'>TEXTO LATINO PARA TRADUÇÃO</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-outline-level: 1;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Si non molestum est, hospes, consiste et lege.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-outline-level: 1;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Nauibus ueliolis magnum saepe cucurrit,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-outline-level: 1;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Acessi terras complures, terminus hic est&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-outline-level: 1;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Quem mihi nascenti quondam Parcae cecinere.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-outline-level: 1;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Hic meas deposui curas omnesque labores,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-outline-level: 1;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Sidera non timeo hic nec nimbos nec mare saeuum. (CIL IX 60)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8218580848570357728-4455935041811726795?l=bonavox.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bonavox.blogspot.com/feeds/4455935041811726795/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://bonavox.blogspot.com/2011/05/texto-latino-para-traducao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8218580848570357728/posts/default/4455935041811726795'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8218580848570357728/posts/default/4455935041811726795'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bonavox.blogspot.com/2011/05/texto-latino-para-traducao.html' title='TEXTO LATINO PARA TRADUÇÃO'/><author><name>joao</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12233338258498876159</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8218580848570357728.post-488815220563808342</id><published>2011-05-31T18:39:00.000-07:00</published><updated>2011-05-31T18:39:29.794-07:00</updated><title type='text'>CURSO DE LATIM DO LICEU</title><content type='html'>Terminou, com sucesso, o curso de latim do Liceu Literário Português.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8218580848570357728-488815220563808342?l=bonavox.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bonavox.blogspot.com/feeds/488815220563808342/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://bonavox.blogspot.com/2011/05/curso-de-latim-do-liceu.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8218580848570357728/posts/default/488815220563808342'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8218580848570357728/posts/default/488815220563808342'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bonavox.blogspot.com/2011/05/curso-de-latim-do-liceu.html' title='CURSO DE LATIM DO LICEU'/><author><name>joao</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12233338258498876159</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8218580848570357728.post-5425411140223873005</id><published>2011-05-30T20:58:00.000-07:00</published><updated>2011-05-30T20:58:26.219-07:00</updated><title type='text'>LATIM NO LICEU</title><content type='html'>Amanhã é a última aula do curso FUNDAMENTOS DA LÍNGUA LATINA no Liceu Literário português.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8218580848570357728-5425411140223873005?l=bonavox.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bonavox.blogspot.com/feeds/5425411140223873005/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://bonavox.blogspot.com/2011/05/latim-no-liceu.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8218580848570357728/posts/default/5425411140223873005'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8218580848570357728/posts/default/5425411140223873005'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bonavox.blogspot.com/2011/05/latim-no-liceu.html' title='LATIM NO LICEU'/><author><name>joao</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12233338258498876159</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
